MAIS TECNOLOGIA

Aeroporto de Bonito vai receber novo sistema de navegação

 16/04/2019 09h22 - Por: Assessoria de Comunicação
 
O equipamento é constituído por quatro aparelhos de iluminação, instalados na pista, que informam aos pilotos a altitude ideal da aeronave na fase de aproximação para pouso
Novo sistema vai reforçar as condições de segurança de pousos e decolagens. Foto: Governo do Estado de MSNovo sistema vai reforçar as condições de segurança de pousos e decolagens. Foto: Governo do Estado de MS

A SAC (Secretaria Nacional de Aviação Civil) do Ministério da Infraestrutura do Governo Federal autorizou a licitação para a compra de um sistema, no valor aproximado de R$ 1 milhão, para reforçar o nível de segurança nos pousos e decolagens no Aeroporto Regional de Bonito. A informação foi publicada no jornal Campo Grande News desta segunda-feira (15).

O sistema, conhecido como Papi (Indicador de Percurso de Aproximação de Precisão), é constituído por 4 aparelhos de iluminação instalados na cabeceira da pista de pouso e decolagem. Eles proporcionam auxílio visual à navegação aérea, informando os pilotos sobre a altitude ideal da aeronave na fase de aproximação para pouso.

Em cada uma das quatro caixas, existe um sistema óptico de luzes que alternam entre o branco e o vermelho. De acordo com o ângulo de aproximação do avião, as luzes podem variar.

A compra do novo sistema faz parte das reformas previstas integra a reforma do terminal que inclui a reestruturação da pista de pouso dos aviões, pista de táxi e pátio para estacionamento das aeronaves.

REFORMA DO AEROPORTO JÁ ESTÁ EM ANDAMENTO

Em novembro de 2018, a SAC autorizou a Ordem de Serviço para a execução de obras e serviços de recapeamento da pista de pouso e decolagem, da pista de taxiamento e do pátio de aeronaves, totalizando R$ 4,04 milhões.

O convênio também prevê a reforma e ampliação da Seção Contraincêndio. Ao todo, serão investidos R$ 5,54 milhões para melhoria da infraestrutura do aeroporto, sendo 70% dos recursos provenientes da União e 30% do Estado. O processo faz parte do Convênio firmado entre o ministério e o Estado, em 2016.